Na escola, Tom Zé descobriu a importância da vida
Logo no primário, Tom Zé encontrou a beleza da vida.
Na pequena escola de Irará, na Bahia, conheceu professores que lhe abriram a alma, como o ecologista Arthur de Oliveira. “Meu professor Artur realmente abriu minha alma, lá na na escola pública de Irará.
Ele era ecologista, falava do sol , da beleza de viver.
Cada palavra repercurtia no meu coração como um símbolo de alegria”, diz.
No ginásio não foi diferente, os professores continuavam lhe dando animo para estudar.
Ao contrário de sua família, que nunca lhe tratava como uma pessoa com futuro.
Só que para a professora de português, Belmira Santos, as coisas não eram bem assim.
Ela dizia para a turma que dali é que sairiam os homens importantes do Brasil. “Um dia ela disse: ‘vocês têm que aprender português, de onde saíram os escritores?’
Quando eu ouvi dizer que dali da onde eu fazia parte ia sair uma pessoa importante.
Eu fui atingido por uma flechada em pensar que também podia sair dali alguma coisa que prestasse”, fala.
Depois da ciência e do português, agora era a hora de descobrir a importância da matemática.
E isso, ele aprendeu na faculdade de música que cursou na Bahia.
Graças a escola pública, Tom Zé estudou teve a chance de sonhar e conquistar coisas novas.
O músico encontrou nos estudos a possibilidade de crescer culturalmente e profissionalmente.
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